sábado, 29 de junho de 2013



As rosas mais belas são elas 
que cuidam dos filhos
que  cuidam da casa
e sempre sorridentes.

E quem são elas?

as mães, as pessoas que conseguem
amar os filhos, com uma
imensidão, nunca vista!
e como são lindas as mães desse mundo
as rainhas perfeitas
criadas Deus 
uma obra-divina
que nunca dizia adeus!

(Danielle Marciel) 
Aluna da escola Estevam Ângelo 9º ano, matutino

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Quando estou só

            
       Eu vejo o seu rosto
       Na beleza da rosa
       Que me encanta e perfuma quando estou só
       Me sinto nesse momento como se eu fosse
       Um campo deserto onde a solidão habita.
       
       Espero que a nossa paixão seja eterna
       E que nada no mundo nos separe
       Que as nossas vidas sejam um lugar de encontro.
       Onde possamos dizer um pro outro:  Eu te amo!!
           


Solitário

      
Andando pelo caminho encontrei uma rosa

Que estava sozinha num campo

Estava com uma imensa solidão

Que me deixou, uma louca paixão

E novamente sozinho, volto pra casa.



Escola: C.E.J.A Lúcia Bayma
Aluna: Adriana Veríssimo
Serie: 2 ano “B”
N. 02   Turno: Vespertino


Campo de rosas



Um dia, fui num campo que tinha muitas rosas
e fiquei encantada  com o que eu vi
no entanto, senti-me só, bateu em mim uma solidão
não porque quando eu  cheguei 
em casa vi uma morena de luzes no cabelos
assistindo com um lindo homem
ao filme Crepúsculo um dos filmes que eu
mais adoro. 
Moro em um campo também
Só que sem flores
Talvez por isso essas dores
mas não gostei vê-los assistindo
ao meu  lindo filme impunes
será ciúmes?


Escola Lucia Bayma
Autora Maria domingas

Série 2ª B, Turno vespertino

terça-feira, 28 de maio de 2013

Oficina de textos

Esses dias, andei pensando, coisa rara, pra mim, neste começo de ano, numa maneira de fazer com que os textos de meus alunos fossem lidos. Deixa eu me corrigir, diretora, professores, alunos e outros que me lêem no momento. Na verdade, tenho procurado uma forma de fazer com que outras pessoas, além de mim e os próprios autores dos textos, no caso, alunos meus, lessem as produções incitadas em sala de aula, pensando eu que essa seria, e ainda penso ser, uma forma para que essas produções feitas, sob o olhar da escola, saíssem com maior capricho.
Não quero dizer que não vejo empenho de meus alunos ao produzirem um texto. Sim, vejo e sei que o oficio de escrever não é fácil. No entanto, é preciso. Diante disso, se alunos vissem suas produções, sendo lidas por outros, também alunos, e comunidade em geral, creio que o esforço ao labor do texto seria dobrado. O capricho e a escolha das palavras e das emoções sairiam de melhor tom.
Claro que aí, você que me lê poderia pensar, haveria o risco dos alunos travarem, porque outro colega viu seu texto e não gostou, e gostando, saiu falando mal de sua produção e etc.., etc... e tal. É um risco a correr. Mas isso, esse temor exagerado com a opinião dos outros, era comum nas gerações mais tímidas, a minha, por exemplo. A dos meus alunos, espero quase tudo, menos esse gesto de acanhamento.  O desbunde da tropicália achou casa aqui nessa turminha de 2000 pra cá.
Há alguns anos, trabalhando na antiga Escola Agrotécnica de Codó-MA, hoje chamado de IFMA, propus àqueles meus alunos uma produção textual, na oportunidade, o gênero era crônica, e já havia em mim a ideia de fazer com que os textos deles circulassem além de minhas mãos e vistas. Depois de combinado com as turmas, textos revisados e em mãos, as produções, colei-as em salas diferentes. Ou seja, os textos dos alunos da turma “A”, por exemplo, colei-os na turma “B”, e os da “B”, na “A”.
O resultado foi o melhor possível. Vi e ouvi entre meus alunos comentários sobre os textos produzidos. Isso pode até parecer pouco a ouvidos e olhos muito pragmáticos e desatentos, talvez até o seja. Mas, para mim, foi o pico do gozo. Li ali nos comentários dos alunos, à princípio, que muitos leram os textos dos amigos. Depois, vi, nos olhos dos que comentavam, que gostaram. Outros também podem não ter gostado, mas o jogo da escrita é assim mesmo, igual a tantas outras situações na vida: a algumas agrada já a outras desagrada, o que importa mesmo é a PROVOCAÇÃO...: “ ...fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero”.
Para mim, aquele exercício de olhar com carinho o escrito, rir, sentir-se tocado por uma palavra, pois isso arrancou de quem leu uma lembrança, um projeto, uma previsão, ou até mesmo o desconcerto de um palavrão imensurável, mal colocado, valeu e vale muito.
Agora, pensando em meus alunos de agora, resolvi criar esse “Blog Oficina de textos”, um meio para que eles possam postar textos, não importando o gênero, também ler, reler escritos de autoria própria e de outros, e sobre tudo que repassem o visto, critiquem e façam e refaçam um telhado de palavras dos textos lidos. 
 A oficina está aberta, fiquemos à vontade.

Valdemir Guimarães Sousa éprofessor de Língua Portuguesa nas escolas Estevam Ângelo e Lúcia Bayma, ambas situadas no município de Codó-MA.

No campo tem uma casa onde vive a solidão
e lá tem uma rosa que flui a paixão.

Em uma cidade mora uma morena
cujo as luzes do amor flui
por um homem solitário
que com ele a solidão conduz.

Ele vive nas sombras do crepúsculo
e com ele o amor 
como um capuz encobriu seu coração.

Natanael
3º ano do Ensino Médio (vespertino)
 Escola CEJA LÚCIA BAYMA


Solidão

onde vivo as luzes são radiantes
como um diamante
no céu há estrelas que iluminam a noite radiante

aconteceu de um dia
a solidão invadir minha cidade
seu corpo veio em forma de um homem
ele é moreno feito crepúsculo
sereno

Joseane dos Santos Brito
3ºano do Ensino Médio (vespertino)

Escola CEJA LÚCIA BAYMA